O Juiz Azevedo Neto afirmou que a autorização para mudança de nome e sexo não deve estar atrelada à cirurgia de trangenitalização

05 de Dez / 2017
A decisão do Juiz João Corrêa de Azevedo Neto, da Segunda Vara da Comarca de Ipameri, deu a uma mulher transexual o direito de alterar seu nome e sexo no documento de identidade. 



A ação foi baseada na divergência encontrada, entre a imagem da autora da ação com os registros dos documentos de identidade, afirmando que se identifica com o gênero feminino desde criança, ela planeja realizar a operação para mudança de sexo em breve. 

O Juiz Azevedo Neto afirmou que a autorização para mudança de nome e sexo não deve estar atrelada à cirurgia de trangenitalização, uma vez que 'a identidade de gênero deve ser vista como a forma que a pessoa se veste, se apresenta e se identifica, o que é bem mais importante que o ato biológico alicerçado nos caracteres sexuais em si'.
Fonte:  TJGO








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