Ministério Público publica nota de esclarecimento em resposta à publicação do prefeito de Orizona

10 de Set / 2019
Desde que foi anunciada a programação da terceira festa da cachaça em Orizona Goiás, a grade de programação deixou claro que o evento seria de grande porte, nomes com Gino e Geno e PH e Michel estavam confirmados no anúncio.
Logo depois da divulgação uma série de ações entre o executivo e judiciário aconteceram, e culminaram em publicações dos dois lados, entenda:
Assim que foi divulgada a Festa da Cachaça, o Ministério Público solicitou a suspensão do evento recomendando ao prefeito de Orizona, Joaquim Marçal, que não fizesse despesas com a contratação de eventos artísticos e culturais para o 3° Festival da Cachaça, Gastronomia e Aniversário de 169 anos da cidade, e demais eventos da mesma natureza, incluindo a contratação de artistas, banheiros, montagens de estruturas e outros relacionados à festa.
Calamidade Pública: Na segunda-feira do dia 3 de setembro, o prefeito de Orizona, Joaquim Marçal assinou um documento decretando estado de calamidade pública, a decisão foi tomada tendo em vista o déficit de servidores públicos efetivos no quadro de pessoal do município e o princípio da continuidade e eficiência do serviço público. 
Continuação da Festa: Em sua conta no facebook, o prefeito de Orizona Joaquim Marçal postou que a festa irá acontecer, porém com algumas alterações. Segundo a postagem do prefeito após notificação do Ministério Público para abstenção de gastos com o evento por parte da prefeitura, a Caixa Econômica achou melhor retirar o patrocínio do evento. 
Confira publicação na íntegra:



Resposta do Ministério Público: A promotoria também respondeu ao conteúdo divulgado pelo prefeito de Orizona, emitindo uma Nota de Esclarecimento divulgada na imprensa, onde informa que jamais atuou com o propósito de simplesmente evitar a realização de quaisquer festividades pela sociedade orizonense, que considerou a CRISE FISCAL, como principal motivo.

Para firmar esclarecimento a nota apresenta dados sobre falta de fornecimento de medicamentos, pedidos de medicamentos judicializados contra o Município, também salientou sobre a situação da Educação com a falta de funcionários, e concluiu informando que grande parte dessas demandas seriam resolvidas com a deflagração de concurso público para provimento de cargos e empregos públicos, mas a Administração Municipal, de maneira injustificada, descumpre obrigação contida na Constituição Federal e da qual está ciente desde setembro do ano de 2017. 
Confira Nota do Ministério Público completa: CLIQUE AQUI.








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